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Um sandbox de sistema operacional para agentes de código com IA

Uma jaula para o seu agente de código com IA

O ai-jail roda o Claude Code, o Codex e outros agentes de código com IA dentro de um sandbox do sistema operacional, no Linux e no macOS. O projeto continua gravável. Seus arquivos e credenciais ficam fora de alcance, com exceção do login do próprio agente iniciado.

terminal
ai-jail claude
Não é uma VM

Entregue o projeto ao agente, não a máquina inteira. O ai‑jail torna esse limite real.

Como um agente bom sai dos trilhos

O dia inteiro o agente lê texto que você não escreveu: páginas web, issues, READMEs, pacotes. Basta uma página com instruções escondidas, e o agente não precisa ser hostil para segui-las.

↔ Deslize para o lado para ver o diagrama inteiro

A mesma página, com e sem o ai-jail. A chave não está lá para ser lida, e a internet em geral fica fechada, exceto para a API do próprio agente e os registros de pacotes no Linux.
O que mais um agente consegue alcançar
  1. Seu agente roda como você

    Um agente de código é um programa rodando na sua conta de usuário. O mesmo vale para cada script, pacote e servidor MCP que ele inicia; um servidor MCP é um programa auxiliar que dá ferramentas extras ao agente. Todos eles abrem tudo o que você consegue abrir.

  2. Inicie pelo ai-jail

    Digite ai-jail na frente do comando. O agente sobe em namespaces próprios, com o seu projeto montado no mesmo caminho.

  3. Seu home não é montado

    O agente recebe um diretório home novo e vazio. Chaves SSH (os arquivos que fazem o seu login nos servidores), credenciais de nuvem, perfis de navegador e seus outros projetos não existem lá dentro.

  4. Segredos, rede e dispositivos fechados

    O ai-jail reduz as variáveis de ambiente a uma allowlist, então os segredos do seu shell ficam no seu shell. A rede fica fechada, fora o host da API do próprio agente e, no Linux, os registries de pacotes de onde as suas toolchains baixam. O socket do Docker, a tela e o clipboard ficam desligados.

  5. Abra o que a tarefa precisa

    Claude Code, Codex, Gemini, Grok e Devin começam logados e alcançam o próprio host da API. Uma flag, uma opção que você digita depois de ai-jail, abre mais: --allow-host acrescenta hosts, --network abre tudo.

O muro cerca o harness inteiro

Os agentes que trazem um sandbox colocam esse sandbox em volta dos comandos que o modelo executa. O processo do agente, suas ferramentas de arquivo, seus servidores MCP e seus hooks (scripts que o agente roda em momentos definidos) ficam do lado de fora, na sua conta. O ai-jail inicia todos eles do lado de dentro. Um pedido de permissão pergunta a uma pessoa, e uma pessoa pode estar com pressa ou ser enganada. Um sandbox pergunta ao kernel, o núcleo do sistema operacional, que dá a mesma resposta todas as vezes.

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Uma política só para todos os agentes que você usa, escrita uma única vez.
Ver a comparação completa

O que você ganha sem configurar nada

Tudo o que alcança a sua máquina começa desligado até você ligar, menos o login do próprio agente, o host da API dele, as suas toolchains (no Linux) e os registries de pacotes delas, cada um com uma opção --no-. O que for escrito fora do projeto vai para a memória e some quando a sessão termina.

Dentro da jaula

  • Seu projeto, com leitura e escrita, no caminho real
  • Suas toolchains, somente leitura, com um cache da própria jaula (Linux)
  • O login do próprio agente, como ~/.claude, para ele começar logado
  • O host da API de um agente conhecido, e os registries de pacotes no Linux
  • Um diretório home novo e um /tmp privado

Fora de alcance

  • ~/.ssh, ~/.aws, ~/.gnupg, perfis de navegador
  • Os segredos do seu shell, menos a chave de API do próprio agente
  • Outros processos, IPC do host, ptrace e bpf

Desligado até você pedir

  • --allow-host para mais hosts, --forward-port para um serviço local, --network para tudo
  • --ssh, --gpu, --display, --docker e outras
Todas as opções

O ai-jail é um programa pequeno, sem daemon e sem root. No Linux, ele ergue os muros com recursos do kernel: bubblewrap para os namespaces e as montagens, mais Landlock, seccomp e limites de recursos quando o kernel os oferece. No macOS, ele traduz o que a plataforma suporta para um perfil mais fino do sandbox-exec. O agente usa os compiladores e runtimes que já estão na sua máquina e, por padrão, um arquivo .ai-jail dentro de um repositório só pode apertar a jaula, nunca abri-la.

Como as camadas funcionam

Perguntas que todo mundo faz

Ele deixa o agente mais lento?
Não. O sandbox é feito de recursos do kernel, namespaces e regras de montagem. Não há emulação nem máquina virtual, e o agente roda em velocidade nativa.
Quais agentes ele suporta?
Qualquer comando. Ele sabe onde Claude Code, Codex, Gemini CLI, OpenCode, Antigravity, Kimi, Kiro, Prime Agent, Devin, Crush, Grok, jcode, pi, aider, SoulForge e omp guardam o login, e monta esse login por padrão. A tabela da página Instalar lista o que cada um recebe, e o ai-jail bash abre um shell dentro da jaula para você dar uma olhada.
Funciona no Windows?
Nativamente, não. Use o WSL2 e o backend de Linux dentro dele.
Meu agente precisa de internet. A jaula ainda serve para alguma coisa?
Serve. Um agente conhecido, como o Claude Code, alcança o próprio host da API de cara, mais os registries de pacotes no Linux, e nada mais. --allow-host acrescenta os hosts que você nomear. Já com --network ligado, o agente continua lendo só o seu projeto, então suas chaves e o resto do seu home não estão lá para serem enviados. O que ele consegue ler, ele consegue enviar, e por isso é importante mascarar os segredos dentro do projeto. Veja como mascarar.
É gratuito?
Sim. O ai-jail é open source, sob a licença GPL 3.0.

Coloque seu agente atrás das grades

O ai-jail é um binário único que não precisa de daemon nem de root. Você acrescenta uma palavra na frente do comando que já usa.

terminal
brew tap akitaonrails/tap && brew install ai-jailai-jail claude